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A SOLIDEZ MATRIMONIAL – Parte 13

“O amor é paciente, o amor é benigno, não é invejoso; o amor não é orgulhoso, não se envaidece, não édescortês, não é interesseiro, não se irrita, não guarda rancor, não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (I Cor 13, 4-7) “Senhor manso ehumilde de coração, fazei o nosso coração semelhante ao vosso. Fazei-nos viver o amor e a reconciliação”.
(Ladainha do sagrado Coração de Jesus)

Valorização pessoal, do cônjuge e dos filhos: De certa forma, já foi parcialmente explicado no tópico que fala da necessária admiração pelo queo outro é, e pelo que faz; aqui incluímos, além do cônjuge, também nossosfilhos, que devem ter toda a manifestação de nosso amor e incentivo nosentido de estimulá-los para enfrentar com alegria e dinamismo todos osdesafios existenciais.É provável que não tenhamos dado até hoje a devida importância a esserelevante compromisso que temos de valorizar aqueles que nos cercam, atéporque nos acostumamos com os afazeres e as presenças diárias do cônjuge edos filhos; então, simplesmente passamos pela vida sem nos importar com osacontecimentos e as conquistas pessoais deles, num “achismo” de que tudo écorriqueiro e faz parte da caminhada.Como já dito, a grande sacada é que as conquistas e também quaisqueratos podem e devem ser estimulados, pois é provável que a participação, aindaque de forma crítica, elogiosa ou entusiástica, se transforme em estímulonecessário para a batalha, valorizando a luta e o empenho, a ponto de se obterum desfecho de qualidade, não importando se com ou sem sucesso, pois issose torna secundário.Quem de nós não se sente amado, valorizado, quando recebe um elogio,aconselhamento ou até uma crítica construtiva? O simples fato de alguém semanifestar a respeito do assunto ou de nossos atos já comprova que, de certaforma, teve algum interesse em nós e naquilo que nos diz respeito. Fica evidente em nosso trabalho com as famílias, que faz enormediferença em todo o relacionamento familiar, o ato de se envolver e marcarpresença nas decisões pessoais daqueles que nos cercam; enfim, realizar tudocom carinho e amor, e saber reconhecer e atribuir valor para todos os atosrealizados por aqueles que fazem parte de nossas existências, comemorando,aplaudindo, elogiando sempre e dando ênfase no sentido de estimular eencorajá-los para os próximos atos.
Isso tudo é muito bom, é valorização pessoal e também de quem nósamamos, pois significa parceria, cumplicidade, interesse mútuo, principalmenteporque trará o outro para a nossa realidade e nos fará crescer como pessoa.Mês de junho é dedicado aos namorados, é momento oportuno parademonstração de cumplicidade, reconhecimento, amizade, afeição, carinho, dedar presentes e reavivar o amor em nossas vidas, enfim, reascender a chamada paixão em nossos corações, valorizando e contagiando o nosso cônjuge comnossa demonstração de ainda sermos eternos enamorados.
Cirso Teodoro da Silva
cirso@cts.adv.br
3019-8990 * 3027-8991 * 9116-6741

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