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A SOLIDEZ MATRIMONIAL – Parte 9

“Tudo o que desejais que os outros vos façam, fazei-o também vós a eles..” (Mt 7, 12)
“Senhor manso e humilde de coração, fazei o nosso coração semelhante ao vosso. Fazei-nos viver o amor e a reconciliação”
(Ladainha do sagrado Coração de Jesus).

Seguem mais sustentáculos do matrimônio por mim considerados, que entendo necessários à solidez matrimonial.
– Diálogo: Pilar fundamental de qualquer tipo de relação. O diálogo franco e aberto engloba principalmente ouvir com atenção, buscar compreender as razões de cada um e falar com propriedade, respeito e amor, porém, sem imposição ou exigência de mudanças na forma de pensar.
É necessário sempre conversarmos sobre tudo, pois é o meio mais eficaz de se obter resultados para quaisquer divergências, questionamentos ou conflitos de interesses.
Para crescimento das partes e justiça na consideração pessoal, como já dito anteriormente, o ideal é que o ouvinte se coloque na pele do outro, ou seja, na condição de escuta com o coração e procure olhar a situação da mesma forma que o outro a olha, respeitando sempre sua maneira de ver e entender, ainda que o seu entendimento seja divergente, pois ninguém é dono da verdade nem tampouco é obrigado a receber e entender a mensagem da mesma maneira.
Na prática, não conseguimos mudar o outro ou o que ele pensa, mas, com certeza e respeito, poderemos mudar nossas atitudes e considerações.
O compartilhar dos pontos de vista soma, traz crescimento pessoal e coletivo, normalmente amplia conhecimentos, soluciona conflitos e é a chave do sucesso.
Ao contrário, não havendo diálogo com qualidade, abre-se a possibilidade de cada um tirar suas próprias conclusões sobre o assunto e também sobre o que o outro pensa, assumindo o risco de julgar e condenar com base em suposição e no que entende e acha sobre o assunto, e isto, ser tidos e considerados como verdades absolutas.
Quando há cumplicidade e amor, o diálogo não se restringe a simples escuta e troca de palavras, uma vez que a partilha de gestos, troca de olhares e até mesmo o silêncio, às vezes, é forma de dialogar com eficiência.
– Admiração: Precisamos aprender a curtir e vibrar com a presença, as vitórias e as lutas do (a) companheiro (a); ainda, comemorar e sentir prazer e orgulho das suas conquistas, por menores que sejam.
Admirar, valorizar, torcer e se entusiasmar com a forma de se vestir, de se portar e manifestar, de resolver conflitos, de trabalhar, e até mesmo de suas escolhas pessoais no que concerne a lazer, amizades, grupos sociais e entretenimento. Enfim, participar junto, comprometer-se, sendo solidário e aumentando o companheirismo e a cumplicidade.
Com amor e carinho.
Cirso Teodoro da Silva
cirso@cts.adv.br
3019-8990 * 3027-8991 * 9116-6741

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